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Dalai Lama


Segunda a tradição do Tibet, os dalai lama são reconhecidos como a reencarnação do príncipe Chenrezig, o Avalokitesvara, o portador do lótus branco, que representa a compaixão. Sua Santidade, o Dalai Lama, é o líder temporal e espiritual do povo do Tibet.
Lhamo Thondup, o 14º Dalai Lama, nasceu numa família de camponeses. Aos dois anos foi reconhecido como sendo a reencarnação do 13º Dalai Lama, que o precedeu, segundo a tradição tibetana. Iniciou seus estudos aos seis anos. Mudou-se para Lhasa, a capital do Tibet, passando

a residir no Palácio de Potala, onde iniciou um longo preparo para sua missão. Em Lhasa realizou seus estudos preparatórios de história e filosofia e tornou-se líder espiritual do Tibet.
Com a invasão do Tibet pela China, em 1950, o Dalai Lama tornou-se chefe de Estado, passando a liderar as negociações pela soberania do Tibet. Aos 24 fez seus exames preliminares nas três universidades monásticas: Drepung, Sera e Gandre. No ano seguinte concluiu o doutorado em filosofia budista.
Ao contrário de seus predecessores, o Dalai Lama estabeleceu contato com dirigentes e líderes religiosos de todos o mundo. Após uma fracassada rebelião nacionalista, em 1959, o Dalai Lama fugiu para o exílio, na Índia. Foi seguido por 80 mil tibetanos.
A partir de 1960, o Dalai Lama passou a residir na cidade de Dharamsala, na Índia, que se tornou a sede do Governo Tibetano no Exílio. A cidade ficou conhecida como “pequena Lhasa”.
Durante os vinte anos seguintes, o Dalai Lama encetou esforços para encontrar uma solução pacífica para a independência do Tibet, embora o Governo Tibetano no Exílio e o governo da China não mantivesem relações diplomáticas. A partir de 1980, uma série de esforços diplomáticos foram realizados no sentido de favorecer a reaproximação entre os dois governos.
Em 1987 o Dalai Lama elaborou um plano de paz de cinco pontos para a libertação do Tibet, que foi rejeitado pelo governo chinês. O Dalai Lama tornou-se uma personalidade mundial, representando o esforço de paz entre os homens. Em 1989 recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

~ Biografia de Dalai Lama ~
Líder espiritual tibetano (1935). Sua Santidade o 14º
Dalai Lama Tenzin Gyatso nasce em uma família de agricultores na aldeia de Takster, no leste do Tibet, com o nome de Lhamo Thondup. Aos 2 anos é reconhecido por monges como a reencarnação do Dalai Lama, autoridade máxima do Budismo Tibetano. Os dalai lamas são tidos como reencarnações do príncipe Chenrezig, o Avalokitesvara, o portador do lótus branco, que representa a compaixão. Tenzin Gyatso é considerado a 14.ª reencarnação do príncipe. Aos 4 anos é separado da família, muda-se para o Palácio de Potala, em Lhasa, e é empossado como líder espiritual do Tibet. Passa, então, a se chamar Jampel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso. Após uma rigorosa preparação, que inclui o estudo do budismo, de história e filosofia, assume o poder político em 1950, ano em que o Tibet é ocupado pela China. Em 1959, depois do fracasso de uma rebelião nacionalista contra o governo chinês, exila-se na Índia.
Na época, Sua Santidade foi seguido por 80.000 tibetanos. Hoje, há mais de 120.000 no exílio. Desde 1960, o Dalai Lama reside em Dharamsala, Índia, conhecida como “Pequena Lhasa”, a sede do Governo Tibetano no exílio. Ganha o Prêmio Nobel da Paz de 1989, em reconhecimento pela sua campanha pacifista para acabar com a dominação chinesa no Tibet.

~ Em 1989, o Prêmio Nobel da Paz ~
A decisão do Comitê Norueguês de outorgar o Prêmio Nobel da Paz de 1989 a Sua Santidade, teve apoio e aplausos de todo o mundo, com exceção da China. A citação do Comitê afirma o seguinte: “O Comitê enfatiza que o Dalai Lama é merecedor desse prêmio por sua campanha pacifista pela autonomia do Tibet. Ele sempre diz que a solução pacífica baseada na tolerância e respeito mútuo é a única forma de preservar a história e a herança cultural de seu povo.”
No dia 10 de dezembro de 1989, Sua Santidade aceita o prêmio em nome dos oprimidos e também daqueles que lutam por um mundo de Paz para o povo tibetano. Ele disse na ocasião: “O prêmio reafirma nossa convicção de que com a verdade, coragem e determinação como nossas armas, o Tibet será libertado. Nossa luta deve ser sem violência e livre de ódio.”

~ Um simples monge budista ~
Sua Santidade costuma dizer, “Eu sou um simples monge budista, não mais, não menos.” Sua Santidade vive como um verdadeiro monge budista. Mora numa casa de campo em Dharamsala, Índia; acorda às 4 da manhã para meditar, em seguida põe em dia a sua agenda, dá audiências privadas e inicia os estudos religiosos e práticas cerimoniais. Ele termina o dia com muita oração. Falando de sua grande fonte de inspiração, freqüentemente cita um verso favorito, retirado dos ensinamentos seculares do sagrado Shantideva Budista:
Enquanto existir o espaço
Enquanto persistirem os seres sencientes
Que eu também viva Para dissipar as desgraças do mundo.
~ Budismo tibetano ~
O budismo tibetano surge no fim do século VIII, da fusão das tradições budista e hinduísta com o xamanismo. Seu chefe espiritual, o dalai lama, é considerado um bodhisattva (em sânscrito, o ser destinado à iluminação, o Buda da Compaixão).

~ Ensinamentos de Buda ~
Buda estabeleceu oito princípios ou Regras de Vida que devem ser observadas pelos seus seguidores… e por todos:
A Verdadeira Crença: é a crença de que a Verdade é o guia do Homem;
A Verdadeira Resolução: ser sempre calmo e nunca fazer dano a nenhuma criatura viva;
A Verdadeira Palavra: nunca mentir, nunca difamar ninguém e nunca usar linguagem grosseira ou áspera;
O Verdadeiro Comportamento: nunca roubar, nunca matar, e nunca fazer nada de que uma pessoa possa mais tarde arrepender-se ou envergonhar-se;
A Verdadeira Ocupação: nunca escolher uma ocupação que seja má, tal como falsificação, manejo de coisas roubadas e coisas semelhantes;
O Verdadeiro Esforço: procurar sempre o que é bom e afastar-se do que é mau;
A Verdadeira Contemplação: ser sempre calmo e não permitir-se pensamentos que sejam dominados pela alegria ou pela tristeza;
A Verdadeira Concentração: consegue-se quando todas as outras regras forem seguidas e uma pessoa tenha atingido o nível da paz perfeita.
Não Creiais em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo;
Não Creiais em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes;
Aquilo, Porém, que se enquadrar na vossa razão, e depois de minucioso estudo for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e ao de todas as outras coisas vivas: A Isso aceitai como verdade;
Por Isso, pautai vossa conduta!

~ A Arte da Felicidade ~
Por Sua Santidade, o Dalai Lama
Acredito que o objetivo da nossa vida seja a busca da felicidade. Isso está claro. Quer se acredite em religião ou não, quer se acredite nesta religião ou naquela, todos nós buscamos algo melhor na vida. Portanto, acho que a motivação da nossa vida é a felicidade.
Quando você mantém um sentimento de compaixão, bondade e amor, algo abre automaticamente sua porta interna. Com isso, você pode se comunicar mais facilmente com as outras pessoas. E esse sentimento de calor cria uma espécie de abertura. Você descobre que todos os seres humanos são exatamente iguais a você e se torna capaz de se relacionar mais facilmente com eles. Isso lhe confere um espírito de amizade. Então há menos necessidade de esconder as coisas e, conseqüentemente, sentimentos de medo, dúvida e insegurança se dispersam automaticamente.
Na nossa vida diária, certamente aparecem problemas. Os maiores problemas em nossas vidas são aqueles que temos de enfrentar inevitavelmente, como a velhice, a doença e a morte. Tentar evitar nossos problemas ou simplesmente não pensar neles pode nos dar um alívio temporário, mas acho que há um modo melhor de lidar com eles. Se você enfrentar seu sofrimento diretamente, terá mais condições de avaliar a profundidade e a natureza do problema. Numa batalha, enquanto você ignorar as condições e a capacidade de combate do inimigo, estará completamente despreparado e paralisado pelo medo. No entanto, se você conhecer a capacidade de luta de seus adversários, os tipos de armas que eles têm e assim por diante, terá muito mais condições de entrar na guerra. Do mesmo modo, se você enfrentar seus problemas em vez de os evitar, terá mais condições de lidar com eles.

~ O Treinamento da Mente ~
O método de abordar nossos problemas racionalmente e de aprender a visualizar nossos problemas ou nossos inimigos de perspectivas alternativas sem dúvida parece um objetivo interessante. Mas até que ponto isso poderá realmente produzir uma transformação fundamental da atitude?
Uma das práticas espirituais diárias do Dalai Lama consiste em recitar uma oração, “Oito versos sobre o treinamento da mente”, composta no século XI pelo santo tibetano Langri Thangpa. Em parte, diz a oração:
Sempre que me relacionar com alguém, que eu me considere a criatura mais ínfima de todas e que encare o outro como supremo do fundo do meu coração!…
Quando eu vir seres de natureza perversa, oprimidos por tormentos e pecados violentos, que eu considere de alto valor essas criaturas raras como se tivesse encontrado um precioso tesouro!…
Quando os outros, por inveja, me tratarem mal com insultos, calúnias e atitudes semelhantes, que eu sofra a derrota e ofereça a vitória aos outros!…
Quando aquele, a quem beneficiei com grande esperança, me ferir profundamente, que eu possa encará-lo como meu supremo Guru!
Enfim, que eu possa, direta ou indiretamente, oferecer benefícios e felicidade a todos os seres; que eu em segredo possa assumir nos meus ombros a dor e o sofrimento de todos os seres!…
Através de práticas espirituais, como a recitação dos “Oito versos sobre o treinamento da mente”, o Dalai Lama conseguiu aceitar a realidade da situação de seu país e ainda assim continuar sua campanha ativa pela liberdade e pelos direitos humanos no Tibet por quarenta anos. Ao mesmo tempo, ele manteve uma atitude de humildade e compaixão para com os chineses, que inspirou milhões de pessoas no mundo inteiro. E aqui estamos nós, pensando que sua oração talvez não fosse aplicável às “realidades” do mundo moderno. Então ficamos envergonhados sempre que nos lembramos do que ele passou e passa juntamente com o povo tibetano.

~ Ética para um Novo Milênio ~
Por Sua Santidade, o 14.º Dalai Lama
Riverhead/Agosto de 1999
Um resumo:
Cada uma de nossas ações conscientes e, de certa forma, toda a nossa vida podem ser vistas como resposta à grande pergunta que desafia a todos: “Como posso ser feliz?”
No entanto, estranhamente, minha impressão é que as pessoas que vivem em países de grande desenvolvimento material são de certa forma menos satisfeitas, menos felizes do que as que vivem em países menos desenvolvidos. Esse sofrimento interior está claramente associado a uma confusão cada vez maior sobre o que de fato constitui a moralidade e quais são os seus fundamentos.
A meu ver, criamos uma sociedade em que as pessoas acham cada vez mais difícil demonstrar um mínimo de afeto aos outros. Em vez da noção de comunidade e da sensação de fazer parte de um grupo, encontramos um alto grau de solidão e perda de laços afetivos. O que gera essa situação é a retórica contemporânea de crescimento e desenvolvimento econômico, que reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e a inveja.
E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade. O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais – democracia, liberalismo, socialismo – tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas idéias maravilhosas.
Meu apelo por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa. Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano – tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros. É por isso que às vezes digo que talvez se possa dispensar a religião. O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas.

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OS DIREITOS DO HOMEM NO AMANHECER DO SÉCULO XXI

(Discurso de Sua Santidade o Dalai Lama na Reunião de Paris da UNESCO – Comemoração do 50º Aniversário da Declaração Universal dos direitos do Homem)
O aumento da preocupação a respeito das violações dos direitos humanos é muito encorajadora. Não só nos dá uma perspectiva de alívio a muitos sofrimentos individuais, como é uma indicação do desenvolvimento e do progresso da humanidade. A preocupação pelas violações dos direitos humanos e o esforço para proteger os direitos do homem representam um grande serviço aos povos quer do presente quer das futuras gerações. Desde a Declaração Universal dos Direitos do Homem, há cinquenta anos, por todo o lado as pessoas começaram a compreender a grande importância e o valor dos direitos do homem.

A perspectiva de um Monge Budista
Não sou um perito no domínio dos direitos do homem. Contudo, para um monge Budista, como eu, os direitos de cada ser humano são muito preciosos e importantes. Segundo a crença budista, cada ser sensível tem um espírito cuja natureza fundamental é essencialmente pura e não poluída pelas distorções mentais. Referimo-nos a essa natureza como sendo a semente da Iluminação. Desse ponto de vista, todos os seres podem eventualmente alcançar a perfeição. Também acreditamos que todos os aspectos negativos podem ser removidos do espírito, dado que a sua natureza é pura. Quando a nossa atitude mental é positiva, as ações negativas do corpo, da palavra e do espírito automaticamente cessam. Como todos os seres sensíveis têm semelhante potencial, todos são iguais. Cada um tem o direito de ser feliz e de vencer o sofrimento. O próprio Buda disse que na sua Ordem, nem a raça nem a classe social são importantes. O que é importante é a prática verdadeira de se viver a vida de uma maneira ética.
Enquanto praticantes Budistas, tentamos antes de mais melhorar a nossa conduta do dia a dia. Só sobre essa base podemos começar a desenvolver as práticas do treino mental e da sabedoria. Na minha prática diária de monge Budista tenho de observar muitas regras, mas o tema fundamental de todas elas é o profundo respeito e preocupação pelos direitos dos outros. Os principais votos observados pelos monges e monjas plenamente ordenados incluem não tirar a vida de outros seres, não roubar as suas posses e por aí adiante. Estas regras estão explicitamente relacionadas com o profundo respeito pelos direitos dos outros. É por esta razão que freqüentemente descrevo a essência do Budismo com sendo algo como isto: se puderem, ajudem os outros seres sentientes; se não puderem, pelos menos abstenham-se de lhes fazer mal. Isto revela um profundo respeito pelos outros, pela própria vida e uma preocupação pelo bem estar dos outros.
Apesar de ser muito importante respeitar os direitos naturais dos outros, tendemos a conduzir a nossa vida ao contrário. A razão é que nos falta amor e compaixão. Por conseguinte, mesmo em relação à questão das violações dos direitos humanos e à preocupação pelos direitos do homem, o ponto fulcral é a prática da compaixão, do amor e do perdão. Muito freqüentemente, quando as pessoas ouvem falar de amor e de compaixão, têm o sentimento que isso se relaciona com práticas religiosas. Mas não é necessariamente o caso. Em vez disso, é muito importante reconhecermos que a compaixão e o amor são fundamentais nas relações entre os seres sentientes em geral e os seres humanos em particular.
No início da nossa vida e de novo quando envelhecemos, apreciamos a ajuda e a afeição dos outros. Infelizmente, entre estes dois períodos da nossa vida, quando somos fortes e capazes de cuidar de nós, negligenciamos o valor da afeição e da compaixão. Como a nossa própria vida começa e acaba com a necessidade da afeição, não seria melhor praticarmos a compaixão e o amor pelos outros enquanto somos fortes e capazes?
Apenas ganhamos amigos genuínos quando exprimimos sentimentos humanos sinceros, quando exprimimos respeito pelos outros e preocupação pelos seus direitos. Isto é o que experimentamos claramente na nossa vida quotidiana. Não é necessário ler complicados tratados filosóficos nesse sentido. Na nossa vida de todos os dias, estas coisas são uma realidade. Por conseguinte, a prática da compaixão, a prática da sinceridade e do amor, são fontes essenciais para a nossa própria felicidade e satisfação. Assim que desenvolvemos semelhante atitude altruísta, desenvolvemos automaticamente a preocupação pelo sofrimento dos demais e simultaneamente desenvolvemos a determinação de fazer algo para proteger os direitos dos outros e para nos interessarmos pela sua sorte.

A Universalidade dos Direitos do Homem
Os Direitos do Homem são de interesse universal porque é inerente à natureza humana ansiar pela liberdade, igualdade e dignidade e porque há o direito de as efetivar. Quer queiramos ou não, todos nós nascemos neste mundo como parte de uma grande família humana. Ricos ou pobres, educados ou não, pertencentes a uma nação ou a outra, a uma ou a outra religião, aderindo a esta ou aquela ideologia, em última análise cada um de nós é apenas um ser humano como qualquer outro. Todos desejamos a felicidade e nenhum de nós quer sofrer.
Se aceitarmos que os outros têm o mesmo direito que nós à paz e à felicidade, não teremos a responsabilidade de ajudar os mais necessitados? A aspiração pela democracia e pelo respeito dos direitos humanos fundamentais é tão importante para os povos da África e da Ásia como para os da Europa ou das Américas. Freqüentemente, contudo, são justamente os povos onde os direitos humanos foram suprimidos que estão menos capacitados para falarem de si. A responsabilidade cabe àqueles de nós que usufruem de tais liberdades.
Os abusos dos Direitos do Homem tomam muitas vezes por alvo os membros mais dotados, dedicados e criativos da sociedade. Como resultado, o desenvolvimento político, social, cultural e econômico de uma sociedade são obstruídos pelas violações dos direitos humanos. Por conseguinte, a proteção desses direitos e liberdades são imensamente importantes quer para os indivíduos afetados, quer para o desenvolvimento da sociedade no seu todo.
Alguns governos entenderam que os padrões dos direitos humanos descritos na Declaração Universal dos Direitos do Homem são os advogados pelo Ocidente e não se aplicam à Ásia ou a outras partes do Terceiro Mundo, em função das diferenças de cultura e de desenvolvimento social e econômico. Não partilho deste ponto de vista e estou convencido de que a maioria das pessoas comuns tão pouco o apoia. Creio que os princípios descritos na Declaração Universal dos Direitos do Homem constituem como que uma lei natural que deveria ser seguida por todos os povos e governos.
Além do mais não vejo qualquer contradição entre a necessidade de desenvolvimento econômico e a necessidade de respeitar os direitos do homem. O direito à liberdade de expressão e de associação são vitais para promover o desenvolvimento econômico de um país. No Tibete, por exemplo, há inúmeros exemplos de políticas econômicas inadequadas que foram implantadas e que continuaram muito após terem demonstrado não produzirem benefícios, porque os cidadãos e os agentes governamentais não puderam pronunciar-se contra elas.
Internacionalmente, a nossa rica diversidade de culturas e religiões deveria ajudar a fortalecer os direitos humanos fundamentais em todas as comunidades. A sublinhar esta diversidade estão princípios humanos básicos que nos interligam a todos nós como membros da mesma família humana. No entanto, a mera manutenção das tradições nunca deveria justificar as violações dos direitos humanos. Portanto, a discriminação contra pessoas de raças diferentes, contra as mulheres ou contra os elos mais fracos da sociedade podem ser tradicionais nalguns lugares, mas caso sejam incongruentes com direitos humanos universalmente reconhecidos, essas formas de comportamento devem mudar. O princípio universal da igualdade de todos os seres humanos tem de ser precedente.

A necessidade da Responsabilidade Universal
O mundo está se tornando crescentemente interdependente e é por isso que acredito firmemente na necessidade de se desenvolver um sentido de responsabilidade universal. Precisamos pensar em termos globais, pois o efeito das ações de uma nação são sentidos para muito além das suas fronteiras. A aceitação de padrões de direitos humanos que nos obriguem universalmente, tais como os da Declaração Universal dos Direitos do Homem e da Convenção Internacional dos Direitos do Homem, é essencial no mundo de hoje, cada vez mais pequeno. O respeito pelos direitos humanos fundamentais não deve permanecer um ideal a ser realizado; antes, deve constituir a fundação indispensável de todas as sociedades humanas.
Barreiras artificiais que dividiam nações e povos caíram nos últimos tempos. O sucesso dos movimentos populares no desmantelar da divisão Leste-Oeste, que polarizou o mundo inteiro durante décadas, foi fonte de grandes esperanças e expectativas. Todavia, ainda permanece um enorme abismo no coração da família humana. Com isto refiro-me à divisão Norte-Sul. Se formos sérios no nosso comprometimento aos princípios fundamentais da igualdade, princípios que, creio, estão no âmago do conceito dos direitos humanos, a disparidade econômica atual não pode continuar a ser ignorada. Não basta meramente afirmar que todos os seres humanos devem usufruir de igual dignidade. Isso tem de se traduzir em ações. Temos a responsabilidade de encontrar vias para conseguir uma distribuição mais eqüitativa dos recursos mundiais.
Estamos sendo testemunhas de um vibrante movimento popular para o avanço dos direitos humanos e das liberdades democráticas no mundo. Este movimento tem de tornar-se uma força moral ainda mais poderosa, de modo que mesmo os governos e os exércitos mais obstaculares, sejam incapazes de suprimir. É justo e natural que as nações, povos e indivíduos peçam o respeito dos seus direitos e liberdades e que lutem para acabar com a repressão, o racismo, a exploração econômica, a ocupação militar e as várias formas de colonialismo e dominação estrangeira. Os governos deviam apoiar ativamente tais pedidos, em vez de apenas os apoiarem verbalmente.
Acredito que a falta de compreensão daquilo que é a verdadeira causa da felicidade é a principal razão pela qual as pessoas infligem sofrimento aos outros. Algumas pessoas pensam que causando sofrimento aos outros podem conseguir a sua própria felicidade ou que a sua felicidade própria é de tal modo importante que a dor causada aos outros não tem significado. Contudo esta visão é claramente redutora. Ninguém consegue realmente se beneficiar do mal causado a um outro ser. Seja qual for o benefício imediato ganho às custas de outros, ele é de pouca duração. A longo prazo, causar miséria aos outros e usurpar a sua paz e felicidade, cria ao próprio ansiedade, medo e uma atitude desconfiada. O desenvolvimento do amor e da compaixão pelos outros é essencial para criarmos um mundo melhor e mais pacífico. Isto significa, naturalmente, que temos de desenvolver um interesse pelos nossos pares, irmãos e irmãs, que são menos afortunados do que nós. Por conseguinte, temos o dever moral de ajudar e suportar todos aqueles que presentemente estão privados do exercício dos direitos e liberdades que muitos de nós têm por garantidos.
Enquanto nos aproximamos do fim do século XX, parece-nos que o mundo está se tornando uma comunidade. Juntos, temos sido confrontados com os graves problemas da superpopulação, do declínio dos recursos naturais e da crise ambiental que ameaçam a própria fundação da nossa existência neste planeta. Os direitos do homem, a proteção do meio ambiente e uma maior igualdade social e econômica, estão todos interligados. Acredito que para enfrentar os desafios do nosso tempo, os seres humanos terão de desenvolver um maior sentido de responsabilidade universal. Cada um de nós tem de aprender a trabalhar não só para si, para a sua família ou nação, mas para o benefício de toda a humanidade.
A responsabilidade universal é a chave para a sobrevivência humana. É a melhor garantia para os direitos do homem e para a paz mundial.

OS ALICERCES DA PAZ INTERIOR

Minha mensagem é a prática do amor, da compaixão e da bondade.
Estas qualidades são muito úteis para vivermos nosso cotidiano mais harmoniosamente, e também muito importantes para a sociedade humana como um todo.
Uma profunda compaixão é a raiz de todas as formas de adoração.
Aonde quer que eu vá, sempre aconselho as pessoas a serem altruístas e bondosas.
Tento concentrar toda a minha energia e força espiritual na disseminação da bondade.
É o que há de mais essencial.
A bondade é o que realmente importa.
A bondade, o amor e a compaixão combinados são sentimentos que levam à essência da fraternidade.
São os alicerces da paz interior.
Com sentimentos de ódio e rancor, é muito difícil alcançar a paz interior.
Neste sentido, as religiões e crenças são convergentes.
Em todas as grandes religiões do mundo, a ênfase é no espírito de fraternidade.
São os inimigos que verdadeiramente nos ensinam a vivenciar sentimentos de compaixão e tolerância.
As guerras surgem porque não há compreensão do lado humano das pessoas.
Ao invés de conferências e encontros políticos, por que não convocar as famílias a fazerem um piquenique para que se conheçam mutuamente, enquanto suas crianças brincam juntas?
Nos tempos antigos, quando havia uma guerra, o embate era corpo a corpo.
O vitorioso entrava em contato direto com o sangue e o sofrimento do inimigo durante a batalha. Hoje, as guerras adquiriram uma proporção muito mais horrenda.
Um homem, sentado em uma sala, aperta um botão e mata milhões de pessoas instantaneamente, sem ao menos ver o sofrimento humano que infligiu.
A mecanização da guerra e a automação do conflitos humanos são, cada vez mais, uma ameaça à paz mundial.
Sempre acreditei que a determinação humana e a verdade prevaleceriam sobre a violência e a opressão.
No mundo de hoje, em todos os lugares, há mudanças importantes ocorrendo, que poderão afetar profundamente nosso futuro e o futuro da humanidade, bem como nosso planeta.
Decisões corajosas por parte de vários líderes mundiais propiciam a resolução pacífica de conflitos.
A esperança de haver paz, preservação do meio ambiente e uma abordagem mais humana aos problemas do mundo parece estar mais presente que nunca.
Ninguém pode prever o que acontecerá em algumas décadas ou séculos, por exemplo, qual o impacto que o desflorestamento terá sobre o clima, o solo, as chuvas.
Temos muitos problemas porque as pessoas estão centradas em seus próprios interesses, em ganhar dinheiro e não estão pensando no bem-estar da comunidade como um todo.
Não estão pensando na Terra a longo prazo, e nos efeitos ambientais adversos sobre o homem. Se nós, da atual geração, não refletirmos sobre estas questões agora, as gerações futuras não terão como lidar com elas.
Muitos de nós juntam-se sob o mesmo sol resplandecente, falando línguas diversas, vestindo indumentárias diferentes e até mesmo possuindo crenças distintas.
Contudo, nós todos somos idênticos como seres humanos e individualmente únicos.
Desejamos todos, indistintamente, a felicidade e não o sofrimento.
Mesmo que não possamos resolver certos problemas, não devemos nos frustrar.
Como humanos devemos enfrentar a morte, a velhice e doenças, que, tal qual um furacão, são fenômenos naturais que fogem ao nosso controle.
Devemos enfrentá-los, não podemos evitá-los.
São sofrimentos que já bastam em nossa vida.
Por que criarmos mais problemas por apego à nossa ideologia ou porque pensamos de maneira diferente?
É inútil e triste!
Milhões de pessoas sofrem com esse tipo de problema.
É um verdadeiro desperdício, visto que podemos evitar o sofrimento adotando uma atitude diferente e reconhecendo a humanidade à qual as ideologias deveriam servir.
Rancor, ódio, ciúme: não é possível encontrar a paz com eles.
Podemos resolver muitos de nossos problemas por meio da compaixão e do amor.
Só assim nos desarmaremos e encontraremos a verdadeira felicidade.
Uma das maiores virtudes é a compaixão.
A compaixão não pode ser comprada numa loja de departamentos ou fabricada por máquinas. Ela advém do crescimento interior.
Sem paz de espírito, é impossível haver paz no mundo.
Na nossa vida, cultivar a tolerância é muito importante.
Com tolerância, pode-se facilmente superar as dificuldades.
Caso você tenha pouca ou nenhuma tolerância, ficará irritado com as mínimas coisas.
Em situações difíceis, terá reações extremadas.
Em minha vida, já refleti muito a respeito desta questão e sinto que a tolerância é algo que deve ser praticado no mundo inteiro, no seio da sociedade humana.
Mas, quem nos ensina tolerância?
Pode ser que seus filhos o ensinem a cultivar a paciência, mas é seu inimigo quem irá ensinar-lhe a prática da tolerância.
O inimigo é seu mestre.
Mostre-lhe respeito, ao invés de ódio.
Dessa forma, a verdadeira compaixão irá brotar de seu interior e essa compaixão é a base de tudo aquilo que você é e acredita.
Bens e compensações materiais são absolutamente necessários à sociedade humana, a um país, a uma nação.
Ao mesmo tempo, o progresso material e a prosperidade somente não podem levar à paz interior.
A paz interior vem de dentro.
Portanto, nossa atitude perante a vida, perante os outros e principalmente em relação às nossas dificuldades conta muito.
Quando duas pessoas enfrentam o mesmo problema, atitudes mentais distintas fazem com que o problema seja de mais fácil resolução para uma pessoa do que para outra.
Desta forma, o que realmente nos diferencia é a perspectiva interna de cada um.
Se colocarmos os níveis de consciência mais sutis a nosso serviço, estaremos expandindo nossa mente.
Assim sendo, as virtudes originárias da mente podem se expandir ilimitadamente.
A compaixão e o amor são as virtudes mais preciosas da vida.
Por serem muito simples, são difíceis de serem colocados em prática.
A compaixão só poderá ser plenamente cultivada à medida que se reconhece que cada ser humano é parte da humanidade e pertencente à família humana, independente de religião, raça, cultura, cor e ideologia.
A verdade é que não há diferença alguma entre os seres humanos.
Sem amor, a sociedade humana encontra-se em situação difícil.
Sem amor, iremos enfrentar problemas terríveis no futuro.
O amor é o centro da vida.
Se tiver amor e compaixão por todos os seres sencientes, em especial por seus inimigos, este é o verdadeiro amor e a verdadeira compaixão.
O amor e compaixão, nutridos por seus amigos, esposa e filhos, não são verdadeiros em sua essência.
São apego, e esse tipo de amor não pode ser infinito.Insisto em afirmar que as principais religiões do mundo — budismo, cristianismo, judaísmo, confucionismo, hinduísmo, islamismo, jainismo, sikhismo, taoísmo, zoroastrismo — possuem os mesmos ideais de amor, o mesmo objetivo de beneficiar a humanidade por meio da prática espiritual, e a mesma determinação de aprimorar seus praticantes como seres humanos.
Todas as religiões pregam preceitos morais para o aperfeiçoamento da mente, do corpo e da fala. Todas nos ensinam a não mentir, roubar ou tirar a vida de outras pessoas.
A essência de todos os preceitos morais preconizados pelos grandes mestres da humanidade é o não-egoísmo.
Esses mestres tinham como objetivo remir os praticantes de ações negativas, frutos da ignorância, e conduzi-los ao caminho do bem.
Se percebemos a humanidade como sendo una e singular, iremos constatar que as diferenças são secundárias.
Com atitude de respeito e preocupação pelo próximo, experimentamos a felicidade.
Só assim criamos a verdadeira harmonia e fraternidade.
À sua maneira, tente cultivar a paciência.
Modifique sua atitude.
As mudanças vêm com a prática.
A mente humana tem esse potencial.
Aprenda a treiná-la.
A nossa sombra interior, a que chamamos de ignorância, é a raiz de todo o sofrimento.
Quanto mais luz houver, menos a sombra se manifestará.
A luz é o único caminho para a salvação, para alcançar o nirvana.
Deve haver um equilíbrio entre o progresso espiritual e o material.
Atinge-se esse equilíbrio por meio de princípios calcados no amor e na compaixão.
O amor e a compaixão são a essência de todas as religiões, que têm muito a aprender entre si.
O objetivo primordial de todas as religiões é criar seres humanos mais tolerantes, mais compassivos e menos egoístas.
Os seres humanos são dotados de uma natureza tal que não deveriam apenas possuir bens materiais, mas deveriam antes possuir sustento espiritual.
Sem o sustento espiritual, torna-se difícil adquirir e manter a paz de espírito.
Para cultivar a sabedoria, é preciso força interior.
Sem crescimento interno, é difícil conquistar a autoconfiança e a coragem necessárias.
Sem elas, nossa vida se complica.
O impossível torna-se possível com a força de vontade.

SE HÁ TANTA PAZ…………..

Se há tanta paz…,
Se há tanta paz no azul que o céu abriga,
E há tanto azul que tanto bem nos faz,
Se há tanto azul e há tanto céu, me diga
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz no verde-mar da onda
Que faz-se verde e em branco se desfaz,
Se há tanta onda pelo mar, responda:
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz no olor das multicores
Flores: orquídeas, rosas, manacás…
Se há tanta paz em cada flor e há tantas flores
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz nos cânticos suaves
Que entoam na alvorada os sabiás,
Se há paz num canto de ave e há tantas aves,
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz na brisa que desliza
Sobre as folhagens, tímida e fugaz;
Se há tanta paz na brisa e há tanta brisa,
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz nas expressões tão mansas
Que ao vir ao mundo uma criança traz,
E cada dia existem mais crianças,
Por que é que o homem não encontra a paz?
Se há tanta paz nos corações com fé
Que atrai o bem e afasta as coisas más,
Então oremos juntos, todos de pé,
Para que o homem encontre um dia a paz!

 
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Publicado por em março 1, 2011 em Uncategorized

 

Reiki Níveis I, II, II, IV A HISTÓRIA DO REIKI

O Reiki é um sistema de cura toque das mãos de incomparável simplicidade e eficácia. O que ele pode fazer e como funciona são assunto deste módulo; mas para apreciar o que o Reiki em toda a sua extensão, primeiramente é necessário, conhecer de onde ele veio e como chegou ao Ocidente. A história se desenrola desde primórdios da Humanidade, e esse sistema de cura certamente é mais antigo do que qualquer relato escrito. Fez o máximo para descobrir as origens do Reiki por meio de pesquisas e várias leituras, mas ainda foi traduzida para o inglês e muitas outras nunca foram impressas em nenhuma língua. A história do Reiki Tradicional começa por volta de 1800, mas o Reiki já era muito antigo mesmo nessa época.
Informações anteriores à escrita humana só podem ser obtidas por meio da canalização de energia; embora o material recebido dessa forma deva ser considerado especulativo, não deixa de ser interessante e de nos fazer pensar. Ainda que não seja possível sua comprovação, o material é por demais interessante para que deixemos de lado, e creio que seja, altamente valiosnós. o. Em 1990, a médium Laurel Steinhice descreveu os doze planetas que foram os primeiros colonizadores da Terra. A maioria desses planetas está localizada na constelação das Plêiades, e alguns estão nos sistemas estrelares de Sírus e Órion. Nós não tivemos origem na Terra; fomos trazidos para cá de várias culturas, e um grande número de canalizadores, atualmente está escrevendo essas culturas. Alguns tradutores especializados em documentos antigos também começam a constatar essas informações, apesar que, neste documento, ainda se exige coragem para tal.
Em 1991, Laurel canalizou informações sobre a origem do Reiki. Ela o descreveu como sendo originário do Planeta que também enviou muitos deuses e deusas amados para a Terra, a cultura-raiz do que mais tarde se tornou a índia pré-patriacal. O deus hindu, que hoje, conhecemos como Shiva, e que era feminino naquele tempo, foi quem trouxe o Reiki para cá e ela(e) quer ser lembrada(o) por essa dádiva. Quando o corpo humano foi projetado para este planeta, o Reiki foi incorporado no código genético como um direito de nascimento para todos.
O Reiki é uma parte de cada um de nós. Mu dia foi universal e nunca deveria ter-se perdido. Nos primordios do planeta, as crianças da civilização hoje conhecida como Mu recebiam treinamento em Reiki I no começo da escola primária, em Reik II durante a idade que corresponde ao colegial e em Reiki III, o treinamento de Mestre/Instrutor, era exigido dos educadores e estava disponível a todos os que quisessem recebê-lo. Quando as pessoas da cultura-raiz deixaram terra de Mu para colonizar o que hoje é a India e o Tibet, o Reiki continuou com elas, embora Mu, posteriormente, tenha-se perdido. As mudanças na Terra, que primeiramente destruiram Mu e, mais tarde, a Atlântida, produziram vários conflitos culturais, obrigando que o sistema de cura fosse conhecido só por uns poucos eleitos. Quando, no século XIX, um japonês buscou a origem do método de cura de Jesus e de Buda, ele a encontrou entre os vestígios antigos da cultura primeva Shiva, nos ensinamentos esotéricos da India.
A historia do Reiki Tradicional começa na metade do século XIX Dom Mikao Usui, que era diretor da Universidade Doshisha, em Kyoto, Japão, e também um pastor cristão. Quando seus alunos pediram que mostrasse o método de cura de Jesus, Usui iniciou uma busca que durou dez anos para encontrar e aprender a técnica. Quano autoridades cristãs do Japão lhe disseram que essa cura não deviaser assunto de discussão e muito menos conhecida, Usui buscou a informação no Budismo. Há semelhança surpreendente entre a vida de Buda na India (Sidarta Gautama, 620-543 a.C. e a vida do Jesus historico. Monges budistas disseram a Usui que o antigo método de cura espiritual fora perdido e que a única maneira de se aproximar dele era por meio dos ensinamentos budistas, o Caminho da iluminação.

CRONOLOGIA -PASSO A PASSO

INDIA
620 a. C. Nascimento de Sidarta Gautama, Buda
na fronteira entre a India e o Nepal.
543 a.C. Morte de Sidarta Gautama em Kusingaro e para, I ndia.
Séculos II e I a.C. Escritos Tantra, Lótus, Sutra, outros textos de cura ainda
existentes.
7 a.C. Nascimento histórico de Jesus.
5 a.C Os “Três Reis Magos” vêm do Oriente (India) buscar a
reencarnação de um iluminado. Levam Jesus e sua familia
para o Egito e para a India.
27 ou 30 d.C. até 30 ou 33 d. C. Jesus retorna por dois ou três anos.
30 ou 33 a.C. A crucificação. Evidências de Jesus sobreviveu.
6 ou 49 d.C. Jesus retorna a India, dezesseis anos apos a crucificação.
110 d.C. Morte de Jesus Srinagar, India. As lendas alegam que ele
viveu até os 120 anos, o que não raro no seu tempo.

Japão
Final do século XIX A busca do Reiki de Mikao Usui.
1925 Chujiro Hayashi recebe o grau de Mestre em Reiki
(Reiki III) aos 47 anos.
1930 Morte de Mikao Usui. Ele formou 16 ou 18 Mestres em Reiki,
depedendo da fonte de informação
10 de maio de 1941 Morte de Chujiro Hayashi. Ele formou 13 ou 16 Mestres em
Reiki , incluindo as primeiras mulheres, sua esposa Chie
Hayashi e Hawayo Takata.

Havaí
24 de dezembro de 1990 Nascimento de Hawajo Kawamuru (Takata).
10 de março de 1917 Casa-se com Saichi Takata.
Outubro de 1930 Morte de Saichi Takata.
1935 Takata vai ao Japão para curas-se no Hospital Maeda , em
Akasaka, e depois vai à cliníca de Reiki, fundade por Hayashi,
em Shina No Machi, Tóquio. Ela se cura em quatro meses.
Primavera de 1936 Takata recebe o Reiki I de Chujiro Hayashi.
1937 Takata recebe o Reiki II de Hayashi e volta e volta ao Havaí.
Abre sua primeira cliníca de cura em Kapaa.Takata recebe o
Inverno de 1938 Takata recebe o Reiki III de Hasyashi, no Havaí. Em 22 de
fevereiro de 1938. Chujiro Hayashi apresenta Hawayo Takata
como Mestra em Reiki e sua sucessora.
11 de dezembro de 1980 Morte de Hawayo Takata. Ela formou 22 Mestres Reiki entre
1970-1980, algumas fontes citam a data de sua morte como 12
de dezembro.

Mikao Usui viajou então para os Estados Unidos, onde viveu durante sete anos. Não encontrando resposta entre os cristãos, entrou para a Escola Teológica da Universidade de Chicago. Diz-se que ali recebeu o grau de Doutor em teologi, depois de estudar religiões comparadas e filosofia. Também aprendeu a ler sânscrito, a língua erudita antiga da India e do Tibet. Ainda assim Usui não encontrou
respostas para a busca desse método de cura. Não se faz mais referência a Mikao Usui como Cristão ou pastor, mas somente como budista, que, depois de voltar ao Japão, residiu num mosteiro zen.
È interessante notar que William Rand, Mestre em Reiki, não encontrou registros de Mikao Usui na Universidade de Doshiha, como diretor, professor ou aluno. Além disso, não existem registros de sua presença na Universidade de Chicago, nem de ter recebido qualquer diploma. Seria fácil especular que o aspecto cristão da história foi introduzido no Ocidente, para os ameericanos aceitarem o poder do sistema de cura Reii. Entretanto, os paralelos entre Budismo e os ensinamentos originais do Jesus histórico (em vez da religiosidade cristã ou da doutrina da igreja) exigem uma revisão. Deixo de lado a história do Reiki para examinar brevemente este ponto.
Buda, o Grande Salvador da India, nasceu em 620 a.C., perto da fronteira do Nepal. Ele era filho de um rei e seu nome de nascimento era Sidarta Gautama. O príncipe foi mantido longe do sofrimento do mundo, vivendo num palácio fechado sem permissão para sair. Chegando à maioridade, desejou tão fortemente ver o mundo como ele realmente era que desobedeceu á vontade do pai e fugiu dessa prisão dourada. Pela primeira vez, conheceu a velhice, a doença, a morte, a pobreza e o sofrimento, o que despertou sua herança Kármica para aliviar a dor de todas as pessoas.
Renunciando à riqueza e a sua jovem e adorada mulher, Sidarta Gautama escolheu o caminho peregrino, dormiu sob árvores, mendigou e meditou sobre como evitar o sofrimento. Um dia, sentado, meditando à sombra de uma figueira, foi-lhe mostrada a maneira de curar todas as pessoas, e essa revelação, sob a árvore “bodhi”, foi sua primeira iluminação. Buda Sakyamuni descobriu que o apego, junto com a negatividade e a inveja que ele inevitavelmente causa às coisas deste mundo e mesmo às pessoas, é a fonte do sofrimento humano. As ações baseadas nesses apegos geram o Karma, positivo ou negativo, que prende o espírito da pessoa ao plano terrestre. O karma faz com que as pessoas renasçam muitas vezes, com o propósito de resolver seus problemas. O renascimento e a vida na Terra são fonte do sofrimento humano e, mesmo assim, o karma não pode ser resgatado excetopela reencarnação num corpo humano.
A resposta para esse paradoxo, ou seja, como resolver o karma e terminar o círculo de reencarnações e renascimentos, é a essência dos ensinamentos budistas. Essa filosofia que aceita os deuses e as deusas de qualquer cultura em que Lea seja praticada tem provocado um impacto profundo em todas as príncipais religiões, incluindo o Cristianismo. Os ensinamentos budistas baseiam-se no príncipio da compaixão por todos os seres vivos, na não-agressão às pessoas e aos animais, no amor sem apego e na ajuda aos outros. Para o budista, a cura significa muito mais do que a cura do corpo, pois a mente e as emoções também devem ser curadas, e a cura, em primeiro lugar, deve ser espiritual. O mundo é visto como uma ilusão, uma criação da mente derivada de Vazio. Muitas das parábolas e histórias encontradas no Cristianismo mais recente são tiradas diretamente do Budismo, inclusive a Parábola da semente de mostarda, a história do Filho Pródigo, o Sermão da Montanha e a Tentação no Deserto pelo Demônio.
A descoberta pelo Buda do Caminho da iluminação tornou possível a iluminação de outros. Numerosos Budas se seguiram a Sidarta Gautama e a outros seres conhecidos como Bodhisativas (salvador) é uma pessoa que atingiu a iluminação e, portanto, não precisa mais reencarnar. Ainda assim, ela volta fisicamente à Terra, com o propósito de afastar as pessoas do sofrimento e da dor encaminhá-las para a iluminação. Entre os Bodhisativas femininos mais conhecidos, encontram-se Kwan Yin, na China (chamada Kannon no Japão), e Tara, no Tibet,embora o Budismo cite muito pouco as mulheres. Creio que Maria e Jesus também sejam exemplos de Bodhisativas.
Buda e vários outros Budas que se seguiram a ele, foram chamados de os Grandes Médicos (como Jesus mais tarde ficou conhecido). No ínicio do Budismo, deu-se tanta ênfase à prática da cura física e espiritual, que mais tarde uma norma desencoraja-la como se fosse desvio do Caminho da Iluminação. O que hoje é conhecido como Reiki já era conhecido na índia no tempo de Sidarta Gautama. O Reiki foi parcialmente descrito nos Sutras budistas (escrituras sagradas), mas foi transmitido mais provavelmente através de ensinamentos orais. Várias escrituras budistas primitivas descrevem os efeitos da cura espiritual – libertação do sofrimento e reencarnação numa “Terra Pura” onde a Iluminação podia ser atingida – em vez do método de cura em si. Rituais e preces para se invocar o Buda da Cura são descritos em vários textos.
Conceitos mais familiares ao Ocidente, como técnicas de vidência, visualização, iniciação/sintonização, estados de meditação, curas espirituais envolvendo a mente, as emoções e o corpo indicam uma forma de Budismo conhecida como Tantra ou Vajrayana. O Tantra é uma forma altamente esóterica no Budismo Mahayana desenvolvido no Tibet. Exige dedicação completa e muitos anos de treinamento de vidência pela meditação. O Tantra é conhecido erroneamente no Ocidente como uma prática sexual; ao contrário, seu objetivo é a união ou fusão com o Todo. Essa união personificada pela visualização – não-concreta – do parceiro sexual. Duas ramificações da prática tântrica são o desenvolvimento das capacidades de vidência e de cura. Os adeptos são ensinados a usá-las somente quando necessário, pois estas são “distrações” do processo de Iluminação.
O Budismo Tibetano também envolve o conceito de Tulkas, a reencarnação com memória consciente de vidas passadas para certos adeptos de alto nível. O atual Dalai Lama é um exemplo de um Tulka. Algum tempo depois da morte de Dalai Lama, os monges da ordem começam a procurar sua reencarnação, que eles identificam por meio de vários sinais e testes. O novo lama, ainda criança, é então levado ao mosteiro para treinamento a fim de iniciar o papel que ele deixou na vida passada. Essa é uma relação importante entre o Budismo místico e Jesus, e que descreverei mais adiante.
O material escrito refernte ao Budismo Tântrico não oferece descrições claras, passo a passo, de como atingir o Caminho. Os ensinamentos são transmitidos oralmente e apenas aos adeptos. Os manuscritos são cuidadosamente protegidos por receio de que sejam profanados; por isso, são escritos deliberadamente de forma obscura. Um instrutor tem de desvendar a linguagem mística e o faz somente para alunos altamente qualifcados e prontos. Às vezes, os ensinamentos são perdidos se o Mestre/instrutor não aceita discípulos para passá-los adiante; as práticas perdidas eventualmente são recuperadas através de vidências. O Sutra do Lótus, texto Tibetano de inspiração Tântrica escrito no século I ou II a.C. , oferece a fórmula simbólica para a técnica do Reiki.

 
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Publicado por em fevereiro 18, 2011 em Uncategorized

 

REIKI-Perguntas e respostas

01-O que preciso fazer para receber uma aplicação de Reiki?
Estar receptivo. É preciso querer aceitar a energia do Reiki.

02-Posso receber uma aplicação do Reiki com uma roupa escura?
É aconselhável que as roupas sejam de cores claras e confortáveis, mas se for o caso de estar com roupas escuras, não tem problemas, porque a qualidade do Reiki será a mesma.

03-Qual a origem da energia do Reiki?
A origem do Reiki é “Divina” e ” Universal”.

04-Eu vou sentir alguma coisas quando estiver recebendo a aplicação?
Depende, existem pessoas mais sensiveis que nesse momento pode visualçizar luzes coloridas, lugares, enquanto que outras nada vêem, apenas sentem a paz e o bem estar que o Reiki promove em cada um que recebe esta energia fantástica.

05-Qual a religião que mais combina com o Reiki?
A base de toda as religiões é cultural e antropológica. O Reiki, por trabalhar com a Energia Vital, que é natural e inerente a todo ser vivo, independe de religião ou crença.

06-Todos podem receber aplicação do Reiki ou somente quem está doente? O Reiki é para todos, é também muito aconselhável, para quem não esta doente, porque estará agindo na causa das doenças, antes dela atingir o corpo físico. O Reiki equilibra e harmoniza o nosso corpo em qualquer estágio.

07- A aplicação do Reiki em bebes e diferente?
Sim, o Terapeuta precisa estar consciênte que aplicação em bebes precisa ser mais branda, ou seja, não deve ser da mesma forma que é aplicada em adulto. O bebe com 6 meses já podem ser iniciados no Reiki, com o conscentimento dos pais.

08- Será preciso o toque físico para receber a aplicação de Reiki?
O Reiki não é Shiatsu, que precisa de toque, para fazer uma aplicação, as mãos do terapeuta devem estar, no mínimo uns 2 cm do receptor, e é absolutamente desnecessário o toque, e isso é para qualquer Reikiano, independente do nível que esteja iniciado. Reiki não é massagem.

09-O Reiki pode ser usado também em objetos?
Onde tiver um ponto de energia há vida e, assim, o Reiki chegará nesse ponto. Exemplo: a água que refrigera o motor, a gasolina que provoca a combustão e faz o motor movimentar-se. Quem tem a sua parcela? as moléculas, Minúsculos pontos de energia de vida. Nosso corpo não é composto de moléculas? Uma aparelhos detrito/eletrônico sem fios e circuitos que conduzem a energia, esses conduites são como eletrônicos sem fios e circuitos que conduzem a energia, esses conduites são como nossos meridianos, eles estão conduzindo a energia elétrica que são átomos, a início de tudo. O meu ponto de vista é simples: tem energia? tem vida? Então o Reiki chegará.

10- Gostari de fazer o curso de Reiki?
É necessário procurar um Mestre? Somente um Mestre pode fazer a sua iniciação. Se alguém disser para você que pode fazer o Reiki tendo alguns llivros, está enganado. Reiki não é didático e existe a necessidade do aprendizado individual do mestre para aluno e ter as iniciações em cada nível.

11-Qual o preço do curso?
O valor de um curso Reiki, independente do nível. Esse valor depende do Mestre que voc~e procurar. Não existe tabela de preços no Reiki.

12-No primeiro nível, já poderei fazer aplicações?
Sim. Após a sua primeira iniciação, você já poderá fazer aplicações, mas lembre-se, como já disse anteriormente, não existe a necessidade de tocar a pessoa. Apesar do nível I ser o nível físico (receberá o símbolo CHO KU REI que representa a cura física), não quer dizer que seja preciso o toque.

13-Quando poderei fazer aplicações à distância?
Somente quando for iniciado no nível II, onde você receberá os dois símbolos necessários para fazer aplicações a distância. Nesse nível, apenderá as noções mais complexas de espaço e tempo para trabalhar com tratamentos á distância.

14-Qual tempo que precisarei esperar de um nível para outro?
O tempo ideal de um nível para outro é de 21 dias, mas primeiramente, existe a necessidade de você começar a vivencias o Reiki. Conhecer como esta energia fantástica trabalha em você. Sentir o Reiki circulando em seu corpo.

15-Porque o nível III, se já posso enviar o Reiki à distância?
Esse nível é a preparação para o MESTRE. No III – A , você receberá a iniciação do quarto símbolo, que é o responsável pela sintonização espiritual com o Universo, amplificador dos outros três símbolos já recebidos. Isso quer dizer que você fará o seu tempo, não existindo mais necessidade dos 3 minutos para o nível I e 2,5 minutos para o nível II. No nível III-B, você é iniciado mestre, podendo então transmitir toda a beleza dessa energia na sua essência, Iniciar Reikianos é uma dádiva para o mundo que vivemos, porque quando mais Reikianos, mais Reiki o nosso planeta receberá e ele precisa muito dessa Energia Universal.

 
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Publicado por em fevereiro 18, 2011 em Uncategorized

 

A FELICIDADE É PARA TODOS……..


ganhar dinheiro

 
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Publicado por em fevereiro 16, 2011 em Uncategorized

 

Falando sobre Mensagens Estudos e Pesquisas-Universializando

 

Citação

Mensagens Estudos e Pesquisas-Universializando
I think you’ll find this site interesting…

 
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Publicado por em novembro 26, 2010 em Uncategorized

 

UM DIA DE LUZ

Se você foi vítima de preterição em serviço,
reconhecerá que isso aconteceu em favor
da sua elevação de nível.
Se perdeu o emprego ante a perseguição de
alguém que lhe cobiçou o lugar, creia que
alcançará outro muito melhor.
Se um companheiro lhe atravessou o caminho,
atrapalhando-lhe um negócio,
transações mais lucrativas
aparecerão amanhã em seu benefício.
Se determinada criatura lhe tomou a residência,
 manejando processos inconfessáveis,
em futuro próximo terá você moradia
muito mais confortável.
Se um amigo lhe prejudica os interesses,
subtraindo-lhe oportunidades de progresso
e ajustamento econômico,
guarde a certeza de que outras portas se
lhe descerrarão mais amplas
aos anseios de prosperidade e de paz.
Se pessoas queridas lhe menosprezam a confiança,
outras afeições, muitos mais sólidas
e mais estimáveis, surgirão a caminho,
garantindo-lhe a segurança e a felicidade.
Mas nunca persigas,
não atrapalhes,
não desconsideres,
não menosprezes e nem prejudiques
a ninguém porque sofrer é
muito diferente de fazer sofrer
e a dívida é sempre uma carga
dolorosa para quem a contraiu
.  
 
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Publicado por em junho 8, 2010 em MENSAGENS

 

MESAGENS

Você é 100% responsável por si.
A vida te trata como você se trata.
Toda mágoa é orgulho ferido.
A decepção é do tamanho das nossas expectativas.
Procuramos no outro o que negamos na gente.
A solidão é a distância que você está de si mesmo.
Ficar de bem com a vida é aceitá-la como é; o resto é perdição.
Felicidade não é privilégio; é o resultado de quem escolhe ser feliz.
Se você não esperar nada de ninguém, dificilmente ficará triste. Não alimente "o pobre de mim".
Você não é o que você pensa… Você é o que você sente.
A maior dádiva de um ser humano para outro é a aceitação incondicional.
Eu me machuco quando eu crio expectativas.
Todo desequilibro psicológico é perda de contato com a alma
Você não controla nada, a não ser suas próprias percepções.
Nada pode magoá-lo, a não ser que você dê poder para que alguma coisa o magoe.
Cada vez que você vibra com uma frase profunda, o seu fundo se revela na frase.
A prosperidade é a capacidade de acreditar na abundância que lhe pertence por direito natural.
Na vida não há busca que tenha bom fim, porque é a vida que vem nos encontrar.
A imaginação tanto tem o poder de acender as luzes do caminho, como também de apagá-las.
Não há coisa melhor no mundo que errar… Se vc não tiver os parâmetros do erro você não enxerga o certo…
Preocupar-se é inventar soluções para problemas que não aconteceram.
Ser trágico é fazer o razoável parecer absurdo.
O verdadeiro fracasso é o sentimento de não ter arriscado.
Se você não dominar a sua cabeça, sua cabeça é que vai dominar você.
Não existe fracasso, existem degraus para o sucesso.
A quem nada espera da vida, tudo o que vem é lucro.
Quando se sentir rejeitado, perceba que é você que está rejeitando o mundo.
Quem não sabe dizer ‘não’ aos outros, também não aceita ouvir ‘não’ de ninguém.
Planejar o amanhã é receber o novo como imprevisto.
Ser esperto é não deixar que um momento ruim anule todos os momentos bons que você tem com alguém.
Qualidade é sempre o resultado de fazer tudo de corpo inteiro.
Preocupação é viver sob o domínio do medo e não sob o comando da natureza.
O perdão total é aquele que lhe faz esquecer por que você precisava perdoar.
A soma dos momentos desagradáveis não dá mais que uma semana; o resto é só lembrança.
O tempo certo é aquele em que as coisas acontecem.
Nunca deixe que a sua imaginação atrapalhe o seu contato com a realidade.
Quem só vê o que falta, na falta fica.
Lembre-se: em vez de sonhar, viva …
Se você não aceitar as incoerências do outro, como é que você quer que o outro aceite as suas?
A inteligência só funciona na calma.
Quaisquer que sejam as circunstâncias, a vida nunca está judiando de você e sim ajudando-o a se desenvolver.
Não faça sua felicidade depender daquilo que não depende de você.
Viver um grande amor é sentir o grande amor que existe dentro de nós.
A vida só flui quando você está do lado dela.
Você pode mudar sempre; basta não querer, porque assim a vida muda.
Minha mente é como um porto; eu amarro ou desamarro as crenças que escolho para mim.
A natureza usa a ignorância de alguns para mostrar a evolução de outros.
Só vê a maldade quem a pratica.
A pessoa limitada não deve ser vista como defeituosa, mas sim como quem ainda não teve desenvolvimento.
Será que a vida tem problemas, ou será que somos nós que colocamos problemas na vida?
Tudo acontece com a gente do modo certo; achar que algo deu errado é não ter modos.
Eu sou apenas o que posso ser em cada momento.
Não tem nada errado. Existem apenas caminhos, e todos eles nos levam à libertação.
Se você quiser ser realmente feliz, nunca viva de esperanças.
O amor é eterna alegria, enquanto a paixão é dor no começo, no meio e no fim.
Não se esqueça de que o impossível só dura o tempo que precisa para ser realizado.
A dúvida é a negação da fé.
Eu faço o possível, e o poder universal faz o impossível.
Ajudar não é assumir as necessidades dos outros, mas apoiá-los para que se assumam.
Sua segurança consiste em não soltar o seu destino nas mãos dos outros.
Sou totalmente responsável por tudo o que acontece em minha vida.
Quando a gente gosta realmente de uma pessoa, é porque entendeu a verdade dela.
Ser amigo é respeitar as diferenças que existem entre você e o outro.
Só quem tenta o absurdo, consegue o impossível.
Em matéria de amor, só é seu os sentimentos e não a pessoa amada.
Seja qual for a escolha, o poder está em você.
Você é o seu melhor amigo e o seu pior inimigo.
O que realmente conta na sua vida é o que você faz dentro de si, não o que os outros fazem em volta de você.
Quando você condena alguém, você assina sua própria sentença.
A dor não transforma o ser humano, o cansaço transforma.
Não julgue para não ser julgado, não invada para não ser invadido; assim, você é livre.
Quando "precisa" de alguém, você não está amando.
Quem se vinga, assina um compromisso com a dor.
Não há reforma sem permuta, pois é preciso deixar o velho para receber o novo.
Ninguém busca aquilo que não sente que já existe dentro de si.
O único casamento que dá certo é quando você se casa com você – esse é para sempre.
Para viver um grande amor é preciso aceitar a grandeza da própria alma.
Você não é de ninguém; é só seu …
Grandioso é aquele que se rende ao próprio orgulho.
Humilde não é aquele que se curva diante dos outros, mas sim diante de si mesmo.
O amor aparece quando você menos pensa nele.
Enquanto impor condições, você nunca vai realmente amar ninguém.
O amor é um estado de alegria que começa quando as exigências terminam.
Felicidade é um estado que só se alcança quando não se tem esperanças.
Aceitar o outro só é possível quando os nossos olhos estão purificados de amor.
Minha grande chance só vai chegar quando eu proporcioná-la a mim mesmo.
Ser espontâneo é viver na alma sem saber disso.
A espiritualidade não vem do exercício de crenças religiosas, mas brota no coração e na vivência do homem.
Somos tão poderosos que nos tornamos o que pensamos ser.
A prosperidade é o sentimento da crença na abundância, da beleza e do bem existente dentro de nós.
Quando estamos em queda, devemos ter a coragem e a humildade de admitir a nossa incapacidade de dirigir a nossa vida e deixar a vida nos levar, sem reservas.
Você só vai conquistar o mundo largando o mundo.
Jogue fora esse orgulho que faz você viver para a opinião alheia, para as necessidades dos outros, para o julgamento dos outros.
A escuridão só existe para valorizar a beleza da luz.
O “porque amo” não pode ser seguido do “tudo posso”.
Cada um é o bastante para si mesmo.
Benção não cai do céu, é provocada por nossa atitude.
Use a raiva somente para destruir o seu orgulho.
A vida tem sofrimento porque sofrimento é educação.
O homem é o que acredita ser. O homem tem o que acredita merecer.
O poder da mudança está dentro de você. Há sempre a chance de mudar, a cada minuto.
Se vista de festa e saia para a vida.

 
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Publicado por em abril 12, 2010 em POEMA